Na última década, fomos bombardeados com a popularização de uma série de novidades no mundo tecnológico. Muita gente se embananou com tanta informação ao mesmo tempo, mas, com o passar dos anos, o celular, o pc e a internet viraram itens essenciais na nossa rotina, para a felicidade das operadoras telefônicas e do Bill Gates, claro.
Infelizmente, o manual de instruções das nossas queridas gerigonças do dia-a-dia não contém regras de etiqueta e somos obrigados a aturar gente sem noção e sem educação em todo lugar que vamos.
Na minha sala de aula, por exemplo, as pessoas não sabem de um recurso chamado vibra call. Temos um festival de música toda aula: toques que vão desde os clássicos do Axé Bahia até o ringtone enjoado da Nokia. Quando o celular começa a tocar, é um tal de sair correndo pra atender e fazer cara de desculpas para o professor, simples assim. Desculpas para que, já que todo dia o mesmo erro se repete?
Será que estou pedindo demais? Será que não está implícito que em lugares públicos como cinema, teatro, cultos religiosos e salas de aula não são lugares para bate-papo? Precisamos mesmo explicar tudo às pessoas? Digo mais: não acredito que a falta de educação está ligada ao status financeiro de alguém. Os ambientes citados são freqüentados por diversas classes, então não venham me dizer que falta de educação é coisa de gente pobre, já me bastam os Caco Antibes da vida real.
Outro ponto sensível: a divulgação de vídeos caseiros e feitos no silêncio da intimidade, em sites como o pornotube e afins. Eu sei, quem assume um risco desses merece mais é se foder, mas isso não tira o mérito – ou melhor, a falta dele – de quem quebra a confiança de uma relação para fazer uma sacanagem dessas. E quando falo relação, que não se subentenda apenas namoro, casamento ou coisas do gênero. Pode ser uma noite só, pode ser o que for, pra mim, o cara – ou a cara – que faz uma merda dessas não merece respeito. Não é porque uma pessoa foi burra o suficiente para se deixar filmar em um momento desses, que a ilicitude de quem faz isso será perdoada.
Fica o questionamento: devemos enviar cartas aos fabricantes de aparelhos celulares e webcams e recomendarmos a inserção de regras de etiqueta no manual de instruções? Ou apenas o uso de um pouco de bom senso já seria bem-vindo?
Para me dar um notebook novo ou um iTouch: analia@corporativismofeminino.com
Sigam-me!
Adicionem-me!
Infelizmente, o manual de instruções das nossas queridas gerigonças do dia-a-dia não contém regras de etiqueta e somos obrigados a aturar gente sem noção e sem educação em todo lugar que vamos.
Na minha sala de aula, por exemplo, as pessoas não sabem de um recurso chamado vibra call. Temos um festival de música toda aula: toques que vão desde os clássicos do Axé Bahia até o ringtone enjoado da Nokia. Quando o celular começa a tocar, é um tal de sair correndo pra atender e fazer cara de desculpas para o professor, simples assim. Desculpas para que, já que todo dia o mesmo erro se repete?
Será que estou pedindo demais? Será que não está implícito que em lugares públicos como cinema, teatro, cultos religiosos e salas de aula não são lugares para bate-papo? Precisamos mesmo explicar tudo às pessoas? Digo mais: não acredito que a falta de educação está ligada ao status financeiro de alguém. Os ambientes citados são freqüentados por diversas classes, então não venham me dizer que falta de educação é coisa de gente pobre, já me bastam os Caco Antibes da vida real.
Outro ponto sensível: a divulgação de vídeos caseiros e feitos no silêncio da intimidade, em sites como o pornotube e afins. Eu sei, quem assume um risco desses merece mais é se foder, mas isso não tira o mérito – ou melhor, a falta dele – de quem quebra a confiança de uma relação para fazer uma sacanagem dessas. E quando falo relação, que não se subentenda apenas namoro, casamento ou coisas do gênero. Pode ser uma noite só, pode ser o que for, pra mim, o cara – ou a cara – que faz uma merda dessas não merece respeito. Não é porque uma pessoa foi burra o suficiente para se deixar filmar em um momento desses, que a ilicitude de quem faz isso será perdoada.
Fica o questionamento: devemos enviar cartas aos fabricantes de aparelhos celulares e webcams e recomendarmos a inserção de regras de etiqueta no manual de instruções? Ou apenas o uso de um pouco de bom senso já seria bem-vindo?
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